Quaraí Querencia Querida
Bandeira de Quaraí
Brasão
A nossa Quaraí é uma cidade aconchegante, pacata e com muitos mistérios, também temos grandes escritores, poetas e compositores... Teve sua criação em 8 de abril de 1875. O município de origem é Alegrete e faz fronteira com Artigas Uruguai nossa cidade “Hermana” estando ligada pela Ponte Internacional da Concórdia de 750 metros, também faz divisão com Rosário do Sul e o com município de Alegrete. Nestas terras viveram Jaros, Guenoas, Minuanos e Charruas onde originou-se a o nome de nossa cidade “Quaraí” que é uma composição de origem indígena que pode significar: "Rio das Pedras ou buracos", ou " Rio das Garças", ou ainda "Rio do Sol".
Uma cidade pacata calma e aconchegante
Ponte Internacional da Concordia que UNE dois Países, duas cidades, duas irmãs....
Embaixo da ponte do lado do Uruguai, lugar este agradável para uma boa conversa acompanhado de um bom chimarrão. Lugar de manter e fazer amizade, das caminhadas no final de tarde e das gargalhadas juvenis

Foto arquivo pessoal.
Temos belíssimos pontos turísticos cada um com seus
encantos e mistérios:
BUTIAZAL:
O maior estabelecimento dessa área denomina-se Salamanca, tem aproximadamente 5 quadras e meia de sesmarias. Está situado num local privilegiado do Butiazal, circundado pelas elevações cobertas de mato nativo e na planície fica a gramínea.
Na direção leste, saindo da casa sede do estabelecimento Salamanca, numa Denomina-se Butiazal a área limitada pelos arroios Quatepe e Salsal, e que possui aproximadamente 25 Km de extensão, onde vivem pequenos produtores rurais. No Butiazal as propriedades tem em média 2 a 3 hectares de extensão, também registra-se nessa área a existência de “sítios”, cuja extensão não ultrapassa a 1 hectare. Este mato nativo abrange mais de 12 hectares e conta, também, com laranjeiras e bergamoteiras, ali nascidas a um tempo não superior a dez anos. Saindo do mato encontra-se uma faixa lisa e plana de campo com 500 m de comprimento por 10 m de largura, onde uma grande pedra levemente arredondada destaca-se o local. A ação corrosiva começa a desprender a camada superior da referida pedra, o que comprova que ela está ali a muitos e muitos séculos.
Lenda e mistério envolvem o aparecimento dos butiás, que nesta área atingem 15 Km em linha reta.
Na direção leste, saindo da casa sede do estabelecimento Salamanca, numa Denomina-se Butiazal a área limitada pelos arroios Quatepe e Salsal, e que possui aproximadamente 25 Km de extensão, onde vivem pequenos produtores rurais. No Butiazal as propriedades tem em média 2 a 3 hectares de extensão, também registra-se nessa área a existência de “sítios”, cuja extensão não ultrapassa a 1 hectare. Este mato nativo abrange mais de 12 hectares e conta, também, com laranjeiras e bergamoteiras, ali nascidas a um tempo não superior a dez anos. Saindo do mato encontra-se uma faixa lisa e plana de campo com 500 m de comprimento por 10 m de largura, onde uma grande pedra levemente arredondada destaca-se o local. A ação corrosiva começa a desprender a camada superior da referida pedra, o que comprova que ela está ali a muitos e muitos séculos.
Lenda e mistério envolvem o aparecimento dos butiás, que nesta área atingem 15 Km em linha reta.
Os butiás estão esparramados pelas encostas das elevações e os mais antigos, de tronco liso, portanto com mais de 150 anos de existência, aliam-se em linha reta no topo das elevações. O butiá é planta exótica nesta região, mas aqui proliferou de maneira exuberante, antes de ser esta área ocupada pela criação. No momento presente, vive-se o perigo da extinção destas palmeiras, pois as sementes e as mudas novas são comidas pelo gado.
O mistério do butiazal consiste em saber quem e porque veio a ser plantado nesta área?
Diz a lenda que os “homens de preto” no caso tratava-se dos jesuítas, plantaram estas palmeiras para assinalar o local. Dizem os antigos que foram os “birivas”, homens que viam da Serra trazendo erva-mate e fumo e em troca levavam daqui mulas e gado. Mas o certo ninguem sabe mas é um lugar maravilhoso para fazer uma caminhada e sair um pouco da rótina.
A origem desses morros, que vistos do céu se enfileiram em forma de semicírculo, sempre intrigou os gaúchos e até mesmo originou lendas sobre a formação do povo sul-rio-grandense. Tal mistério está sendo estudado pela Unicamp, o qual encontrou provas de tais elevações se formaram em consequência do impacto de um meteorito que caiu na região milhões de anos atrás, abrindo uma grande cratera.
Visto da Terra, dificilmente poderia-se identificar tal detalhe, na verdade, o que se vê não é o buraco cavado pela violência do choque, mas suas bordas, que se elevaram como as ondas formadas pela queda de uma pedra em uma piscina. E nem as bordas se encontram tão bem preservadas como já foram um dia. Ao longo de milhões de anos o vento, a chuva e a movimentação da superfície do planeta corroeram as bordas do Jarau deixando os morros com os 200 metros atuais.
Nossa praça serve como ponto de encontro dos amigos nos finais de semana, lugar de criança brincar livremente e ser feliz.
O mistério do butiazal consiste em saber quem e porque veio a ser plantado nesta área?
Diz a lenda que os “homens de preto” no caso tratava-se dos jesuítas, plantaram estas palmeiras para assinalar o local. Dizem os antigos que foram os “birivas”, homens que viam da Serra trazendo erva-mate e fumo e em troca levavam daqui mulas e gado. Mas o certo ninguem sabe mas é um lugar maravilhoso para fazer uma caminhada e sair um pouco da rótina.
CERRO DO JARAU
Foto do alto do Cerro.
Jarau “Fogo da Noite” na língua chaná, falada pelos índios Guenoas e Jaros. É o local que identifica nosso município, figura no Brasão e Bandeira, alusivo a Lenda da Salamanca do Jarau. São mais de onze cerros, formato levemente circular agrupados em 3 ou 4 um dos pontos turisticoS mais conhecidos de Quaraí pois guarda uma das mais belas Lendas.
O cerro da furna fica nos últimos de quem vem pela estrada e possui cheiro desagradável, causado pelo excremento dos morcegos, que ali se mostram em plena luz do dia.
O cerro mais alto fica a direita do cerro da furna, de quem sai das casas em direção ao cerro. E fica a esquerdas para quem se desloca junto à boca da furna.
O cerro mais alto fica a direita do cerro da furna, de quem sai das casas em direção ao cerro. E fica a esquerdas para quem se desloca junto à boca da furna.
Visto da Terra, dificilmente poderia-se identificar tal detalhe, na verdade, o que se vê não é o buraco cavado pela violência do choque, mas suas bordas, que se elevaram como as ondas formadas pela queda de uma pedra em uma piscina. E nem as bordas se encontram tão bem preservadas como já foram um dia. Ao longo de milhões de anos o vento, a chuva e a movimentação da superfície do planeta corroeram as bordas do Jarau deixando os morros com os 200 metros atuais.
A lenda gaúcha Salamanca do Jarau foi publicada por José Simões de Lopes Neto em 1913.
LENDA DA SALAMANCADO JARAU
Quando caiu o último reduto árabe na Espanha, alguns mouros, falsamente convertidos em novos cristãos, buscaram morada na América. Ligados à alquimia, trouxeram com eles sua princesa e o desejo de aqui "alçar de novo a Meia-lua sobre a Estrela de Belém".
Conta a lenda que: Anhangá-pitã, diabo vermelho dos índios, transformou a princesa moura em Teiniaguá, isto é, lagartixa. Diferente das demais por ter engastada na cabeça uma pedra preciosa, que cintilava como brasa e da cor do rubi.
Na hora da sesta, na redução de São Tomé, o Sacristão encontrou a Teiniaguá junto da lagoa. Aprisionou-a numa guampa. Levou-a para seu quarto, "na casa grande dos Santos Padres." Guardou-a numa canastra. Agora o Santão sabia que poderia ser o homem mais rico do mundo. Alimentava-a com mel de lexiguana.
A Teiniaguá, "rosa dos tesouros escondidos dentro da casca do mundo", transformava-se em mulher, "de corpo rijo e não tocado".
"Estava escrito ... serás o meu par ... quando quebrado o encantamento do sangue de nós ambos nascer uma nova gente ... se a cruz do teu rosário não me esconjurar ..." Mesmo assim, o Santão amava e Teiniaguá, até que a mistura do mel com o vinho do Santo Sacrifício o embebedou.
Descoberto, é condenado a morrer no garrote. O sino já dobrava finados quando a lagoa deu um ronco, rasgou-se até encontrar o rio Uruguai.
O povo assustado retornou à cidade, que seria abatida por sete pragas, enquanto o Santão chegava até a barranca do rio e junto com a Teiniaguá iniciava seu fadário. Desceram na correnteza do Uruguai e por duzentos anos ficaram no Jarau, que foi " o paiol das riquezas de todas as Salamancas de outros lugares".
Quem irá quebrar o encantamento é Blau Nunes, gaúcho pobre, que só tinha de seu um cavalo gordo, o fação afiado e as estradas reais".
Campeando o Boi Barroso, Blau chega à furna do Jarau. Sabia sobre a lenda, que sua avó charrua contava. Encontrou e saudou em nome de Deus "o vulto de face tristonha e mui branca." Entrou na furna, passou pelas sete provas com "alma forte, coração sereno". Chegou até a Teiniaguá encantada. Rejeitou as sete escolhas oferecidas. Queria mais, muito mais. "Eu te queria a ti, porque tu és tudo." Voltou à boca da furna e memorou que: "tendo tido oferta de muito não lograra nada por querer tudo." Recebeu, do vulto de face branca e tristonha, uma onça de ouro, furada pelo condão mágico.
O tempo passava e Blau cada vez mais rico e sozinho. "Churrasqueava solito, e solito mateava." Deu para cismar. Voltou ao cerro do Jarau e em nome de Deus saudou o vulto, devolvendo a moeda. Preferiu "a pobreza dantes à riqueza desta onça, que não se acaba, é verdade, mas que parece amaldiçoada, porque nunca tem parelha e separa o dono dos outros donos de onça ... Fica-te com Deus." Pela 3ª vez o nome do Senhor é pronunciado e assim quebra-se o encantamento.
O Jarau ficou transparente e Blau Nunes viu as labaredas devorando "os brigões, os jaguares, os esqueletos, os anões, as lindas moças, a boicininga". "A velha carquincha transformou-se em Teiniaguá ... e a Teiniaguá na princesa moura ... a moura numa tapuia formosa ... o Sacristão, por sua vez, num guasca desempenado". "Aquele par, juntado e tangido pelo destino, foi descendo a pendente do coxilhão, até a várzea limpa, plana e verde ...".
"Blau Nunes, deu de rédea e despacito foi baixando a encosta do cerro, com o coração aliviado ... era pobre como dantes, porém que comeria em paz o seu churrasco ... e em paz seu chimarrão, em paz a sua sesta, em paz a sua vida".
Conta a lenda que: Anhangá-pitã, diabo vermelho dos índios, transformou a princesa moura em Teiniaguá, isto é, lagartixa. Diferente das demais por ter engastada na cabeça uma pedra preciosa, que cintilava como brasa e da cor do rubi.
Na hora da sesta, na redução de São Tomé, o Sacristão encontrou a Teiniaguá junto da lagoa. Aprisionou-a numa guampa. Levou-a para seu quarto, "na casa grande dos Santos Padres." Guardou-a numa canastra. Agora o Santão sabia que poderia ser o homem mais rico do mundo. Alimentava-a com mel de lexiguana.
A Teiniaguá, "rosa dos tesouros escondidos dentro da casca do mundo", transformava-se em mulher, "de corpo rijo e não tocado".
"Estava escrito ... serás o meu par ... quando quebrado o encantamento do sangue de nós ambos nascer uma nova gente ... se a cruz do teu rosário não me esconjurar ..." Mesmo assim, o Santão amava e Teiniaguá, até que a mistura do mel com o vinho do Santo Sacrifício o embebedou.
Descoberto, é condenado a morrer no garrote. O sino já dobrava finados quando a lagoa deu um ronco, rasgou-se até encontrar o rio Uruguai.
O povo assustado retornou à cidade, que seria abatida por sete pragas, enquanto o Santão chegava até a barranca do rio e junto com a Teiniaguá iniciava seu fadário. Desceram na correnteza do Uruguai e por duzentos anos ficaram no Jarau, que foi " o paiol das riquezas de todas as Salamancas de outros lugares".
Quem irá quebrar o encantamento é Blau Nunes, gaúcho pobre, que só tinha de seu um cavalo gordo, o fação afiado e as estradas reais".
Campeando o Boi Barroso, Blau chega à furna do Jarau. Sabia sobre a lenda, que sua avó charrua contava. Encontrou e saudou em nome de Deus "o vulto de face tristonha e mui branca." Entrou na furna, passou pelas sete provas com "alma forte, coração sereno". Chegou até a Teiniaguá encantada. Rejeitou as sete escolhas oferecidas. Queria mais, muito mais. "Eu te queria a ti, porque tu és tudo." Voltou à boca da furna e memorou que: "tendo tido oferta de muito não lograra nada por querer tudo." Recebeu, do vulto de face branca e tristonha, uma onça de ouro, furada pelo condão mágico.
O tempo passava e Blau cada vez mais rico e sozinho. "Churrasqueava solito, e solito mateava." Deu para cismar. Voltou ao cerro do Jarau e em nome de Deus saudou o vulto, devolvendo a moeda. Preferiu "a pobreza dantes à riqueza desta onça, que não se acaba, é verdade, mas que parece amaldiçoada, porque nunca tem parelha e separa o dono dos outros donos de onça ... Fica-te com Deus." Pela 3ª vez o nome do Senhor é pronunciado e assim quebra-se o encantamento.
O Jarau ficou transparente e Blau Nunes viu as labaredas devorando "os brigões, os jaguares, os esqueletos, os anões, as lindas moças, a boicininga". "A velha carquincha transformou-se em Teiniaguá ... e a Teiniaguá na princesa moura ... a moura numa tapuia formosa ... o Sacristão, por sua vez, num guasca desempenado". "Aquele par, juntado e tangido pelo destino, foi descendo a pendente do coxilhão, até a várzea limpa, plana e verde ...".
"Blau Nunes, deu de rédea e despacito foi baixando a encosta do cerro, com o coração aliviado ... era pobre como dantes, porém que comeria em paz o seu churrasco ... e em paz seu chimarrão, em paz a sua sesta, em paz a sua vida".
Gruta do Cerro do Jarau
AS RUINAS DO SALADEIRO
As ruínas do Saladeiro são o que restou de um passado de trabalho e projeção econômica de Quaraí, baseado no charque que era, na época, a principal fonte de renda da economia do Estado, sendo a maior charqueada do Estado, o produto era exportado para diversos países, tendo ao longo do tempo ganhado lendas e estórias.
Como "A Noiva Abandonada", "O homem do cavalo preto", "As crianças desaparecidas" e muitas outras que logo postarei em meu blog deixam atotal sensação de mistério e curiosidade do desconhecido,aguçando nossa imaginação.
As Ruínas esta localizada na Vila do Saladeiro, e formam um parque com locais para lazer e pista de moto velocidade.
PRAÇA GENERAL OSÓRIO
Lugar de paz...Pra sevar um bom mate amargo e saborear ao lado do Gaúcho amado...
Tendo com cenário um por de sol que só na fronteira tem.
IGREJA MATRIZ

Essa é minha cidade que tanto amo, espero ter conseguido despertar a vontade de conhecer esse cantinho do Rio Grande, o dia que te decidires estarei pronta pra te apresentar esse povo hospitaleiro e cheio de carisma e simplicidade que aqui vive.
SEJA BEM VINDO A QUARAÍ!!!!
E, fica aii alguma fotos de festas realizadas aqui na nossa cidade...
Desfile do dia 20 desetmbro abertura com o Sr. Prefeito e famila.
Estampa do Rio Grande, Pai e filho preparados para o desfile, tradição passada de geração em geração!
Natal iluminado com diversas atrações, festa realizada todo final de ano.
Praça decorada com material reciclável no Natal Iluminado.




















